Quem sou eu!
Minha fotografia é movida por profundidade.
Dos casamentos às ruas das ruas a gastronomia, das pessoas às cenas que quase nunca são vistas. A imagem é a minha voz, e cada projeto nasce como uma conversa honesta com o mundo.
Descobri a fotografia aos 16 anos e, desde então, ela nunca deixou de me acompanhar. Ao longo do caminho, construí minha trajetória entre histórias reais, encontros e observação, perdas e ganhos. Por mais de uma década, fui referência em fotografia de casamentos e retratos, aprendendo a ler gestos, silêncios e emoções.
Com o tempo, ampliei meu olhar. Desenvolvi um sólido know-how em fotografia gastronômica e direcionei meu trabalho para cenas urbanas e contemporâneas, além da cobertura de eventos culturais e festivais musicais, teatrais e cinematográficos.
Hoje, através do Safra 79 e dos meus projetos autorais, sigo interessado no que é verdadeiro, imperfeito e humano. Fotografo para documentar o tempo, provocar reflexão e dar visibilidade a narrativas que muitas vezes passam despercebidas.
Fotografo ruas, pessoas, espaços e experiências que carregam camadas, contrastes e memória.
Acredito na imagem como narrativa e no tempo como matéria-prima.
Meu trabalho nasce da observação, do respeito às histórias e da busca por profundidade.
Fotografar, para mim, é permanecer atento.
Ao longo da minha trajetória, construí um currículo marcado pela documentação fotográfica de importantes eventos culturais no Brasil. Em Goiás, atuei como fotógrafo oficial de festivais e projetos relevantes, como o TeNpo – Mostra de Teatro Nacional de Porangatu, 2022, 2023 e 2024, FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, o Canto da Primavera e o Mais Araguaia 2024, realizado em Aruanã (GO).
Minha formação sempre esteve em constante movimento. Busquei referências técnicas e criativas em cursos realizados em grandes centros considerados inovadores no mercado da fotografia, além de participar de workshops e trocas profissionais com nomes de carreira internacional. Esse percurso contribuiu para a construção de uma base sólida, que hoje se reflete também em um histórico consistente de consultorias prestadas a projetos, marcas e profissionais.
Meu trabalho ultrapassa o registro documental e dialoga com o campo artístico. Em julho de 2024, tive o prazer de apresentar a exposição “Histórias na Pele. Arte, Hip-hop e INKlusão”, no Centro Cultural Octo Marques, em Goiânia. A mostra reuniu mais de 50 imagens produzidas durante o Encontro de Artistas Urbanos e Hip-hop (ENAUH), o Tattoo Rock Fest e o Solidari&Arte, eventos realizados no primeiro semestre de 2024.
Essas fotografias traduzem meu olhar atento às manifestações urbanas, à cultura de rua e às narrativas que nascem do corpo, da arte e da identidade. Mais do que registrar, busco compreender, respeitar e dar visibilidade às histórias que encontro pelo caminho.
